A obesidade é uma doença que pode ser definida como um excesso de gordura corporal que é suficiente para prejudicar a saúde, o bem-estar e qualidade de vida. Nas pessoas, esta é geralmente reconhecido como 20-25 por cento acima do peso corporal ideal. O grau de obesidade, que prejudica a saúde, bem-estar e qualidade de vida em animais de estimação não tenham sido bem definidos e pode variar entre os indivíduos. No entanto, é mais provável que seja semelhante à observada em humanos.
Por causa do estilo de vida de seus proprietários e por viver cada dia mais em ambientes confinados, sem uma alimentação balanceada, os pets começaram a desenvolver obesidade. Além desses fatores, a falta de atividade física e a castração ajudam nesse processo. Eles não têm noção do perigo e das restrições à saúde provocadas pela obesidade, cabe aos donos fazer esse controle alimentar e incentivar a atividade física. É essencial fazer o controle do peso do animal para evitar problemas decorrentes do ganho de peso e obesidade, como diabetes, pancreatite, distúrbios respiratórios, dores articulares, problemas de coluna, dificuldade de reprodução etc. Muitos veterinários sugerem que tal controle seja feito a partir do primeiro ou segundo ano de idade. Animais castrados devem receber maior atenção, pois tendem a ganhar peso mais fácil.
O dono precisa convencer-se do estado de obesidade de seu animal de estimação (a imagem de que um animal gordo é um animal bem tratado é coisa do passado).
Seguir rigorosamente as indicações do fabricante quanto à quantidade de ração a ser fornecida. Fracionando a ração ao longo do dia para que o animal de estimação tenha sempre a sensação de estar saciado, por exemplo, em vez de dar 300g de uma só vez, fornecer 3 refeições de 100g
Petiscos não são alimentos completos para seu pet. Foram criados para serem dados durante o treinamento, como prêmios, como um incentivo ao aprendizado ou como um simples agrado (em casa ou durante um passeio). Dar exageradamente não é o melhor jeito de deixá-lo feliz.
Fazer com que pratique exercícios regularmente é a melhor maneira de manter a saúde de seu pet, pois alem de consumir as calorias acumuladas, auxiliará também a evitar o sedentarismo e o stress.
Fazendo essas mudanças vão ajudar a evitar que o seu animal de estimação de ganhar excesso de gordura corporal e manter seu animal saudável e feliz. Mas se apesar de todas estas mudanças ele continuar com excesso de gordura, convém estabelecer um programa preciso de emagrecimento junto ao veterinário que o trata. Este poderá utilizar alimentos dietéticos industrializados ou indicar uma dieta caseira.
Lembre-se que todos os animais de estimação (e não apenas cães e gatos) podem tornar-se obesos.
Compare se seu pet está com a massa corporal ideal.
O melhor amigo do homem não precisa ser um cachorro ou um gato. Algumas animais diferentes, como o esquilo da Mongólia e o simpático hamster ou o divertido furão também podem alegrar a casa.
Cachorro e gato todo mundo tem. Passarinho e peixe também. Mas chinchila, furão e o pequenino esquilo da Mongólia, por exemplo, já não se vê tanto por aí. Estes e outros animaizinhos exóticos também podem ser bons companheiros. Pequenos e, em geral, dóceis, eles são fáceis de lidar, inclusive com a criançada. Saiba mais sobre cada um deles e tome nota dos cuidados necessários.
Porquinho da Índia – É um bichinho de estimação muito fofinho, que além de ser lindo e engraçado ainda é muito dócil, curioso e possui hábitos diurnos. O animalzinho é um roedor herbívoro, e quando jovem pode parecer meio arisco e desconfiado, mas conforme passa mais tempo ao lado do dono, ganha mais confiança, e se torna um bichinho carinhoso e fácil de tratar.
Atenção: os machos adultos brigam constantemente entre si. Cuidados: a dieta adequada deste animalzinho deve conter, além da ração específica para a espécie, legumes, alfafa ou feno seco, frutas (exceto morango, abacate e frutas muito ácidas como laranja e kiwi) e folhas verdes escuras bem lavadas, como couve e brócolis. É importante, inclusive, deixá-lo roer os talos. Folhas verdes claras devem ser abolidas da alimentação, pois absorvem mais os agrotóxicos podendo causar desarranjos intestinais.
Hamster – Seja o sírio ou o chinês, trata-se de um animalzinho de hábitos noturnos e extremamente territorialista, que prefere viver sozinho. No entanto, gosta de brincar. Para criar um casal, é importante que a dupla conviva desde filhote. As fêmeas, no entanto, podem ser mais agressivas. Os hamsters têm bolsas internas localizadas na região das bochechas, onde podem carregar até metade de seu peso em comida e até mesmo seus filhotes quando pressente perigo. Cuidados: a base da alimentação deve ser a ração granulada, formulada especificamente para a espécie, mas também podem ser oferecidas folhas verdes escuras (inclusive os talos, para o animal roer), legumes, alfafa ou feno seco e frutas (exceto morango, abacate e frutas ácidas como o kiwi). A gaiola deve ser mantida longe de correntes de ar e altas temperaturas, e deve conter uma roda para que o animal se exercite e se distraia.
Chinchila - É um animalzinho muito bonitinho, que nos lembra muito um coelho. Seu nome provavelmente é devido à existência de uma tribo indígena chamada Chinchas, localizada na região onde o mamífero foi primeiramente encontrado – a Cordilheira dos Andes – por volta do século 16.
O animal é uma excelente escolha como bicho de estimação exótico, pois além de serem extremamente dóceis e limpos, eles ainda são muito calmos, e possuem um pelo bem denso e fofo. Apesar de se dar muito bem com o dia, é a noite que são mais ativas, quando ficam mais espertas e praticam suas brincadeiras e escaladas na gaiola.
Cuidados: existem rações balanceadas próprias para o bichinho. Se quiser, complemente a alimentação com frutas como maçã, pera e uva passa. A chinchila precisa de espaço para se exercitar. Portanto, é importante que a gaiola seja alta e equipada com prateleiras e roda para que ela faça seus exercícios. Mantenha o animal protegido de correntes de ar e altas temperaturas. O peludinho também precisa de banhos secos com pó de mármore (carbonato de cálcio), para evitar odores. Trata-se de um desengordurante que, além de tirar a sujeira, resfresca o animal. Coloque-o em um recipiente dentro da gaiola durante cerca de dez minutos. A chinchila vai rolar na mistura e sair dela limpinha.
Gerbil ou esquilo da Mongólia -É um bichinho de hábitos diurnos e extremamente territorialista, que prefere viver sozinho. Gosta de saltar, cavar, brincar e se esconder. Quando muito apertado ao ser manuseado, pode morder.
Disponibilize uma pequena banheira com pó de mármore ou bicarbonato para que ele tome banhos secos. Quando muito apertado ao ser manuseado, pode morder. A expectativa de vida é de dois a três anos. Cuidados: os mesmos dos hamsters. Importante: ao pegá-lo, não puxe pela cauda. para evitar problemas sérios de saúde como a pneumonia, o esquilo-da-mongólia não deve tomar banho com água.
Ferret ou furão - É usado como animal de estimação em vários países do mundo, e ao contrário do que muita gente pensa, ele não é um roedor. Parente próximo da doninha, ele é um animal brincalhão, aventureiro e muito curioso, que gosta da atenção do dono e detesta lugares apertados.O Furão tem hábitos noturnos, é dócil, curioso, brincalhão e agitado, um excelente animal para fazer companhia.Ele se adapta facilmente, mas não é um bichinho indicado para crianças muito pequenas, porque este, quando apertado, pode reagir de maneira agressiva. Além de uma alimentação adequada, o Furão necessita de vacinas, higiene, de uma gaiola com água e comida, uma rede para dormir, brinquedos para a sua diversão e como todo bichinho de estimação, carinho.
Cuidados: o bichinho deve ser alimentado com ração seca, que pode ser complementada de vez em quando com ovos, órgãos e músculos crus. Muitos também gostam de comer frutas, mas elas devem ser oferecidas esporadicamente, e em pequenas porções. Carboidratos e fibras devem ser evitados devido à dificuldade de digestão. Dependendo do clima, os ferrets podem ser criados dentro ou fora de casa. Sua gaiola deve ser de espaçosa e protegida de correntes de ar, vapores e extremos de calor ou frio. Para não ficar estressado, ele precisa de um lugar escuro e protegido para dormir, mas pode ser treinado para fazer suas necessidades em caixas de resíduos como a dos gatos.
O animal não deve ficar o tempo todo preso. O furão precisa de uma área livre para brincar com objetos que o entretenham, como caixas e canos de plástico (evite apenas oferecer objetos pequenos, espuma e borracha, que podem ser engolidos). Duas horas diárias de exercícios são o mínimo.
Mini coelho ou coelho anão – Os coelhos anões, popularmente conhecidos como mini coelhos, são quatro vezes menor do que as outras raças da espécie. Os pequeninos podem pesar entre 600 g e 2 kg, e medem cerca de 30 cm. Alguns cabem na palma da mão! Eles são mansos, carinhosos, silenciosos e limpos. Dependendo da raça, o coelho anão pode ter características diferentes, como pelagem longa ou curta, orelhas em pé ou caídas e as mais diversas cores. É um animal esperto, rápido, carinhoso e silencioso, podendo viver em casa, apartamento ou sítio. Por se lavar sozinho, os seus pêlos não têm cheiro, e também não precisam de vacinas. Criado em gaiolas, com uma boa alimentação e sempre bem cuidado, o mini coelho pode viver em média de 8 anos. E é importante saber que a troca do lugar do seu comedouro, bebedouro, brinquedos e WC, podem irritá-lo, uma vez que estes fazem as suas necessidades em um lugar específico.
Cuidados: algumas rações vendidas em Petshop, os vegetais – sempre bem lavados – devem ser incluídos em sua alimentação para estimular o desgaste proporcional dos dentes e regular o intestino do animal. As verduras devem ser de folha verde escura (couve, espinafre, chicória etc.), e os legumes crus. Frutas podem ser oferecidas em um intervalo de dois em dois dias.
A gaiola do animalzinho deve ser o mais espaçosa possível e ser mantida longe de correntes de ar, bem como do calor excessivo. O piso precisa estar sempre seco e não deve ser áspero, para evitar lesões nas patas. Evite comprar gaiolas com o teto de plástico, pois são menos arejadas. É importante soltar o coelhinho freqüentemente para que ele possa se exercitar. E atenção: nunca carregue o animal pelas orelhas, ele sente dor.
Mecol ou twister- Muito ágil, ativo e curioso, este simpático roedor da mesma família dos ratos é um animal de hábitos noturnos. Sua cauda longa o ajuda a subir por paredes lisas. Ele também nada e mergulha bem, além de saltar com facilidade. Por isso, escapa de gaiolas mal fechadas sem grandes dificuldades. Em geral são dóceis, mas às vezes podem ser desconfiados e agressivos. O bichinho vive de dois a quatro anos. Cuidados: a alimentação é a mesma dos hamsters. O mecol precisa ainda de espaço para se sentir feliz. O ideal é um terrário com dimensões de 60 x 40 cm, no mínimo, de preferência alto e com escadas. A roda não pode faltar para que o bichinho se exercite. Casas de acrílico vendidas para hamsters também são uma bia opção. O fundo de arame não é aconselhável, pois pode machucar a pata do ratinho.
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Cuidados básicos gerais
1 -A água do seu bichinho deve ser filtrada e, assim como a ração, trocada diariamente. Lave o comedouro e o bebedouro com sabão neutro, para evitar intoxicação do animal.
2 - A gaiola deve ser forrada com papel pardo, papel toalha, serragem ou areia sanitária de gato não perfumada e de granulação grossa, que devem ser trocados diariamente. Nunca forre com jornal ou qualquer outro tipo de papel que contenha tinta.
3 - A gaiola deve ser higienizada com sabão neutro e cloro diluído na proporção de uma parte de cloro para nove de água. Nunca use desinfetantes.
4 - Lembre-se de lavar as mãos após limpar a gaiola. Higienize-as também sempre depois de manusear ou brincar com o animal.
5 - Antes de adquirir o seu bichinho, converse com um veterinário e tire todas as suas dúvidas. Ao comprá-lo, leve-o para fazer um check-up o quanto antes.
ATENÇÃO: chinchila, porquinho da Índia, coelho, hamster e mecol são considerados animais domésticos pelo Ibama e, portanto, sua criação é legal. Ao decidir comprar outro bicho de estimação exótico, opte pela posse responsável. Para isso, certifique-se de que a loja ou criadouro tenha registro no Ibama. Do contrário, a compra e venda desses animais é passível de multa e detenção. No caso dos ferrets, a situação é específica. Não existe autorização para criadores no Brasil. Portanto, eles só podem ser comprados importados, com todo o trâmite para tal, e devem vir castrados. Exiga a nota se importação do estabelecimento onde o bichinho for adquirido.
Cachorros sem dúvidas são os melhores amigos do homem. Mas o melhor é quando os seus donos colocam os seus companheiros para fazerem coisas aparentemente humanas. É o caso de Carrie, uma cadela que dança merengue melhor que muita gente, tudo isso no maior estilo e se divertindo com a situação toda! Assista, é hilário! =D
Quem tem animal em casa sabe: os cuidados com a higiene do pet e do ambiente devem levar em conta o surgimento de uma ameaça tão comum e antiga quanto o próprio homem: pulgas e carrapatos. Eles parasitam as mais diversas classes de animais, como mamíferos, aves, etc..
Pulgas e carrapatos são extremamente resistentes, inclusive quando instaladas no ambiente. Eles podem estar escondidos em frestas de pisos, madeiras, gramas, tapetes, carpetes e até na própria caminha dos Pets. Devido à resistência desses ectoparasitas no ambiente, o tratamento unicamente dos cães não é eficaz para o combate e controle. Como parte de seu ciclo de vida ocorre no ambiente, este também deve ser tratado para interromper o desenvolvimento desses intrusos indesejáveis.
Pulgas e carrapatos trazem incômodo, irritação, além de muitas doenças ao seu Pet.
As populações de pulgas e carrapatos adultos que se encontram nos animais representam apenas 5% do total da população, os demais 95% estão no ambiente em forma de ovos ou larvas de pulgas; ou ovos, larvas ou ninfas de carrapato.
A eliminação das pulgas deve englobar ações no ambiente, peça chave na erradicação de 95% da infestação.
Assim como as pulgas, o carrapato não é um problema só do animal, mas sim do ambiente. O carrapato, em todos os seus estágios de vida (desde larva até adulto), é muito resistente. Assim, combater o carrapato é difícil.
Os inimigos que os proprietários de cães não vêem, ou seja, os ovos e larvas estão no ambiente e nele sobrevivem durante muitos meses. Assim, muitos são os casos de proprietários que vivem combatendo o carrapato no cão, mas nunca conseguem exterminá-lo por completo.
Outro detalhe é que os carrapatos colocam seus ovos na vegetação e também em frestas das paredes e piso. Dessa forma, todos esses lugares têm que ser tratados e não os cães somente.
Uso de carrapaticidas: aplicar nos canis, casinha dos cães, em plantas e canteiros, atentando para frestas nas paredes ou pisos e ralos. Repetir o tratamento a cada 15 dias no caso de infestações muito severas ou 21 dias; devendo ser, no mínimo, três aplicações para interferir no ciclo reprodutivo e de desenvolvimento do parasita de forma eficiente.
Em canis de alvenaria, o uso da vassoura de fogo é muito eficaz. O calor irá destruir todos os estágios do carrapato. Repetir o tratamento a cada 15 dias; se possível, fechar todas as frestas existentes nos canis ou paredes dos quintais, assim como no piso; a rotação de ativos a cada 2 ou 3 aplicações é muito importante para que o carrapato não desenvolva resistência e o tratamento passe a ser ineficaz.
Aplicações mensais de ectoparasiticidas, concomitantemente a aplicações de produtos carrapaticidas no ambiente. Animais de pêlos longos devem ser tosados no verão, época em que o calor e umidade fazem com que a incidência de carrapatos aumente muito.
Se você tem mais de um bichinho em casa, trate-os da mesma maneira, mesmo que acredite que apenas um tenha sido infestado. O combate junto aos animais deve ser feito com a utilização de antipulgas de maneira sistemática e constante. O primordial é a prevenção, ou seja, aplicar esses produtos todos os meses, já que muitos animais são alérgicos à saliva do inseto. Administre medicamentos antialérgicos para eliminar os sintomas, mas não deixe de combater a causa da alergia, acabando com as pulgas o mais rápido possível.
É recomendada a utilização combinada de produtos antipulgas com inibidores de crescimentos desses parasitas,contidos numa grande parte de antipulgas disponíveis no mercado. Nos animais, aplique produtos consagradose de marcas reconhecidas – tipo sprays ou spot on (produto tópico de pingar) – a cada 30 dias. A dosagem que varia conforme porte e peso, assim procure o veterinário para indicar o melhor para o seu cão ou gato.
O ideal é sempre consultar um veterinário.
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Mais do que um passatempo, o brinquedo desempenha um papel importante no dia-a-dia dos animais de estimação. Aliviar a ansiedade, o estresse e promover o aprendizado são apenas algumas das funções exercidas pelos brinquedos, que ainda supre parte da ausência dos donos.
Devemos lembrar de que é muito importante que os cães passeiem, caminhem, brinquem em parques ou praças, que tenham contato com a natureza, com a terra, água, grama, para que desenvolvam seus instintos naturais.
Mas assim como os cães, os gatos também devem ganhar brinquedos para ser tornar mais alegres e saudáveis. Multicoloridos, com formatos divertidos e muitas vezes inusitados, os artigos criados para os pets encantam, e até podem confundir seus donos no momento da compra. Por isso é importante conhecer as características que devem ser avaliadas durante a escolha do brinquedo certo para o animalzinho de estimação.
Os brinquedos possuem finalidades diferentes para cada fase da vida do pet. O temperamento, mais calmo, agressivo, ou mesmo destruidor, também colabora para a definição do brinquedo, assim como seu porte. Vale lembrar que artigos desproporcionais ao seu tamanho, podem ser facilmente ingeridos, causando acidentes.
É importante tomar cuidado com os cães “destruidores”, pois os modelos mais frágeis, como por exemplo, bolinhas de borracha ou látex, que são de fácil destruição, assim como alguns de corda e pelúcia, podem causar problemas sérios de saúde, pois seus pedaços podem ser ingeridos e se não forem expelidos, ficam parados no intestino ou estômago, levando a vários transtornos e até mesmo a necessidade de cirurgia para retirada.
A idade avançada exige ainda mais cuidado no momento da escolha de um brinquedo, uma vez que o pet idoso nem sempre possui a mesma disposição para brincadeiras.
Para um cão adulto ou mesmo idoso o indicado são os brinquedos macios como pelúcias, por causa da dentição, e dependendo do animal, não deve ser dado brinquedo que exercite muito, pois ele pode ser um cardiopata, ou ter problemas em articulações ou ossos.
Já para os animais que passam boa parte do tempo sozinhos, é recomendável optar por brinquedos que agucem sua curiosidade e prendam sua atenção, como bolinhas com espaço para colocar petiscos.
E assim como os pets, os brinquedos também necessitam de banho! A assepsia deve ser feita uma vez por semana somente com água. Em casos de brinquedos utilizados em parque públicos é bom lavar com sabão neutro assim que chegar em casa. E o mais importante, como são levados à boca, devem ser muito bem enxaguados e secos antes de serem devolvidos aos seus donos.
Filhotes :
- Mordedores de látex, bolinhas macias ou maciças
- Ossinhos flexíveis
- Recomendados até a troca de dentes, pois evita que o cão roa móveis e outros objetos
Adultos:
- Bolas de borracha maiores que o diâmetro interno da garganta
- Mordedores com corda ou de borracha, cabo-de-guerra
- Frisbee de látex, ossos de nylon maciço, entre outros
- Osso nó e osso palito
- Utilizados para distração e brincadeiras em parques
Idoso:
- Modelos macios
- Ossos macios
- Utilizados para distração, evitando que machuquem a gengiva efaçam menos esforço.
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A observação e comprovação diária dos habitantes do aquário são as medidas essenciais para a prevenção de doenças. Uma inspeção diária rápida revelará qualquer problema antes que se faça algo mais grave. Uma inspeção inicial e um diagnóstico de uma anormalidade ou de um problema qualquer que seja, conduzirá ao tratamento oportuno e a aumentar as possibilidades de sanação.
Os peixes têm necessidades muito elementares que compartilham com a maioria das criaturas: alimento, luz e água. Os peixes também partilham a nossa aversão ao stress e à poluição e estarão mais saudáveis e serão mais felizes num meio ambiente equilibrado. Na continuação vamos explicar-te certas considerações para que possas ter um ótimo cuidado com os teus peixes.
A alimentação:
A variedade de alimentos disponíveis é enorme, e este pode ser muito chato quando tiveres de fazer a melhor escolha possível para o teu aquário. Conhecer as necessidades nutritivas dos peixes é um fato importante de saúde e longevidade. Ler bem as etiquetas antes de comprar permite fazer com que não se engane. As proporções destes diversos elementos variam consoantes as espécies e suas dietas. Consulta o teu veterinário ou com o dono da loja que te vendeu o peixe para saber as necessidades especificas. Na maioria dos casos, é interessante (e também indispensável) completar a alimentação dos peixes com outras fontes de alimento apesar de serem em momentos particulares (ativa ou provocar uma reprodução) ou em momentos em que os peixes necessitam de complementos.
A água:
A água limpa é tão essencial para os peixes como o ar puro para nós. Os peixes “respiram” o oxigênio da água como nós respiramos o oxigênio do ar. E é essencial que tenham todo o oxigênio que necessitam. Vai-te fazer falta uma bomba de ar para assegurar que a água contenha oxigênio em quantidade suficiente.
Nunca utilizes diretamente água da torneira. Esta contém cloro e o cloro é prejudicial para os peixes. Deves utilizar os produtos que eliminem o cloro. Assegura-te também que a água que irás pôr no aquário tenha a mesma temperatura que a água que já se encontra no aquário.
A luz:
Os peixes necessitam de um meio ambiente bem iluminado, mas a luz direta de dia não é a melhor maneira de proporcioná-la. A luz do dia pode causar o crescimento de algas, o que fará com que seja mais difícil a limpeza do aquário. A utilização de uma iluminação elétrica significa que os teus peixes têm a luz que necessitam e, ao mesmo tempo, o teu aquário fica mais bonito.
Para viver bem na gaiola, o passarinho precisa se alimentar com uma ração específica, rica em nutrientes, proteínas e vitaminas
Ostentar penas coloridas e ainda cantar bonito não é nada fácil quando faltam nutrientes. O alpiste sozinho não supre as necessidades das aves. Hoje, para garantir a vitalidade do animal na gaiola, há formulações que acrescentam ingredientes ricos em proteínas, vitaminas e minerais às sementes.
A desnutrição está por trás da maioria dos problemas que levam os pássaros aos consultórios. “Doenças respiratórias e infecções podem ser desencadeadas pela má alimentação”.
A aparência mirrada do passarinho não define um quadro de carência. Outro ledo engano é pensar que um tipo aparentemente fortão está bem nutrido – ele pode encher o papo de comida pobre, mas calórica. As penas, estas sim, é que indicam se o animal está vitaminado. Cor e forma devem ser uniformes. Manchas e contornos muito irregulares denunciam deficiências ao longo do crescimento.
Araçãoidealparaoseupassarinho
As rações evoluíram a ponto de algumas serem formuladas para determinadas espécies. Para não cantar só as suas vantagens, é bom deixar claro um risco embutido: costumam ser gostosas e, por isso, o bicho se esbalda. Veja no rótulo a porção recomendada para cada espécie, caso contrario é obesidade na certa e, diga-se, ela encurta a vida da ave.
Frutas e verduras, que podem fazer parte do cardápio, também devem ser oferecidas com moderação. Até porque, embora forneçam fibras, têm suas doses de agrotóxicos – e os pássaros são muito sensíveis a eles. Aliás, quer investir na saúde do passarinho? Então, só lhe dê vegetais orgânicos.
Canário: as rações para canarinhos capricham nas doses de vitaminas do complexo B. Sem elas a ave não obtém energia de outros nutrientes para a sua cantoria e até desafina.
Pássaro-preto e sabiá: essa dupla é fã de proteínas, sempre presentes com fartura em suas rações. Na natureza, adoram comer larvas de insetos – ótimas fontes do nutriente, que atua na formação dos tecidos e das penas.
Agapornis e calopsita: parentes do periquito, eles também precisam de iodo na ração para evitar o crescimento do papo. Mais exigentes que seu primo, gostam de grãos de tamanho médio, como o arroz com casca. Ou nada feito.
Periquito: iodo é essencial para esta ave. A falta do mineral pode contribuir para o aumento do papo – uma bolsa perto do esôfago que armazena alimentos. Se cresce muito, há risco de sufocamento.
Papagaio: ele é um gourmet e só devora o prato se tiver grãos graúdos. Amendoim e sementes de girassol estão entre os petiscos favoritos. Mas, com tanta gordura, é preciso dar uma força para o fígado. Como? Suplementando as sementes com vitaminas do complexo B.
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Higieneéfundamental
Limpe o comedouro diariamente com álcool, secando-o bem. Restos de ração umedecidos acumulam fungos extremamente perigosos. Um deles, o Candida albicans, provoca lesões na moela, órgão do aparelho digestivo. O pássaro, então, deixa de comer e morre desnutrido. A vasilha de água também precisa se manter limpa. Ou a água vira uma sopa de micróbios.
Arranhar os móveis, tapetes e outros utensílios domésticos são do seu ponto de vista, um comportamento destrutivo. No entanto, do ponto de vista dos gatos, este é um comportamento natural, provocado por uma necessidade biológica de manter suas garras em forma, assim como proporcionar uma forma de exercício para os ombros, pernas e patas através do alongamento e retração. E, provavelmente, algo que os fazem se sentir muito bem! Não significa que o gato é estressado, agressivo ou nervoso, como muitos dizem ou acabam arranhando os móveis da casa justamente por não terem um objeto próprio.
Outro motivo que eles têm para arranhar o mobiliário é emocional. Eles têm glândulas odoríferas em suas patas; não é um odor forte, porém, é bastante distintivo. Arranhar objetos é uma forma de anunciar a presença do seu animal para outros gatos e outros animais, e deixar claro que aquele local já tem dono. Paradoxalmente, um gato pode arranhar o seu móvel favorito como uma forma de marcar você como o seu dono ou dona.
Proteger a sua mobília e outros itens domésticos não são impossíveis, mas pode exigir um pouco de criatividade e esforço.
O filhote começa a arranhar apenas a partir dos 3 meses de idade, aproximadamente. Há uma tendência cultural dos proprietários de pets preocuparem-se – na maioria das vezes – somente com o passatempo dos cães, comprando brinquedos, etc. Mas e os gatos? Eles também precisam de atividade e de ao menos um arranhador. Clique aqui e conheça nossos modelos.
Antes de tudo é preciso levar em consideração o porte e o estilo de vida do seu gato para comprar o modelo mais adequado. Portanto se você tem um bebê gato em casa, o ideal é já ir pensando em um bom arranhador, mesmo que ele ainda não tenha 3 meses, como forma de familiarizá-lo com aquele objeto em casa.
E não basta apenas comprar o arranhador e colocá-lo em um cantinho qualquer. Quando chegar com o brinquedo, mostre-o ao seu gato, chame-o para brincar. Coloque em um lugar acessível. Com o tempo, pode ser que você mude o objeto de lugar. Vá experimentando.
Mas caso seu gato já seja adulto, é recomendado, em um período inicial, restringir o acesso dele ao seu sofá, até que ele esteja adaptado ao arranhador. Uma boa ideia é colocar o arranhador próximo ao sofá, borrifar ou esfregar um pouco de erva-do-gato como atrativo. Premie o seu gato com um carinho ou um petisco que ele goste muito, cada vez que ele arranhar no lugar certo. A adaptação pode levar algum tempo.
O réveillon é uma época temida por donos e cães. O medo de fogos de artifício é uma fobia muito comum nos cães. É normal que eles assustador o barulho alto e repentino e o clarão que se forma no céu. Mesmo o cão mais confiante e equilibrado pode se assustar e ficar com medo de sons que não são familiares para ele. A boa notícia é que tem algumas coisas que você pode fazer para ajudar o seu cão a passar com mais tranquilidade por esse período de festas – e fogos.
Pratique com seu cão antes do ano-novo
Se você tiver algum tempinho antes da virada do ano, dessensibilize o seu cachorro. Ou seja, faça-o se acostumar com o som dos fogos de artifício. Siga esses passos:
1. Encontre um vídeo de fogos de artifício (Como o exemplo abaixo).
2. Coloque esse vídeo para seu cachorro ouvir o mais baixo possível algumas vezes por dia.
3. Associe o som dos fogos com algo que seu cão goste, por exemplo: petisco preferido, brinquedo, cafuné, escovação etc. 4. Comece a aumentar o volume do vídeo ao longo dos dias e continue a associar o som dos fogos com algo que seu cachorro goste, para que ele associe: barulho de fogos = coisa boa. 5. Se em algum momento o seu cachorro demonstrar algum sinal de medo, abaixe o volume até o ponto em que ele se sinta confortável. 6. Repita o quanto for necessário todos os dias até seu cachorro conseguir ouvir o som dos fogos bem alto sem ficar com medo.
Se você não teve tempo de praticar antes da virada do ano
Se você não teve tempo para preparar seu cão para o ano-novo, ou se a dessensibilização não eliminou o medo dele completamente, existem algumas coisas que você pode fazer para amenizar o medo do seu cão dos fogos. Essas dicas devem ser úteis para cães que tenham um nível médio/moderado de medo.
1. Durante a virada do ano, NÃO MUDE SEU COMPORTAMENTO. A maioria das pessoas tende a mimar/acolher seus cães quando eles demonstram que estão com medo de fogos. As pessoas fazem mais carinho que o normal, abraçam, falam com os cães com voz doce. Em vez de ajudar a acabar com o medo, esse comportamento do dono reforça o medo no cão. Ele associa: medo = carinho. 2. Tente você mesmo não reagir aos fogos de artifício. Se você demonstra prontidão logo antes dos fogos, por conta do medo do seu cão, isso só irá piorar o que ele sente. Você acabará deixando-o ansioso. Sua linguagem corporal diz para seu cão se ele precisa ficar com medo ou não. 3. Faça o possível para camuflar o som dos fogos. Ligue o rádio ou a TV, feche as janelas, ligue o ventilador e/ou o ar-condicionado, 4. Não force seu cão a nada. Se ele quiser se esconder embaixo da cama, deixe. Não o obrigue a fazer nada que ele não queira, pois isso pode acarretar em um aumento do medo e o cão pode se tornar um cão agressivo se sair de sua zona de conforto.
Para casos severos
Pode ser que nenhuma dica acima funcione para amenizar o medo dele e seu cão continuar aterrorizado com fogos de artifício,. Se você acha que seu cão é um caso desses, converse com o veterinário, pois pode ser o caso de administrar uma medicação contra ansiedade ou algum sedativo que ajude seu cão a ficar mais calmo durante os fogos. Recomendados o Fator Stress, um produto sem contra indicações que deixa seu Pet mais calmo.
Ainda dá tempo de dessensibilizar seu cão e fazê-lo se acostumar com o barulho dos fogos da melhor forma possível. Você e seu cachorro vão passar a virada do ano muito mais tranquilos.
Enfeites atrativos, casa cheia de convidados, alimentos à disposição… As comemorações de Natal e Réveillon são ótimos para os donos, mas oferecem situações de risco para os animais de estimação. Especialistas indicam os 10 acidentes mais comuns nesta época e dão dicas de como evitá-los.
Um brinquedo gigante cheio de bolinhas para puxar e morder. Provavelmente, é assim que o seu gatinho enxerga aquela linda árvore de Natalque você montou na sala. O resultado? Nem sempre os enfeites chegam intactos ao dia 25 de dezembro. Mas isso é o de menos. Pior mesmo é quando as comemorações de fim de ano causam acidentes – alguns até fatais – para os pets. As festas podem ser catastróficas para os bichos, porque aumentam a quantidade de pessoas na casa e, com isso, a oferta de petiscos.
A atenção deve ser redobrada se o animal de estimação tiver pouco tempo de vida.
Listamos os 10 maiores perigos que o Natal e o réveillon oferecem. Confira e saiba o que fazer para proteger o seu melhor amigo:
1. BOLINHAS DE NATAL
Vários objetos redondos pendurados na árvore de Natal podem parecer um brinquedo divertido para o seu bichinho. A melhor solução é deixar o pinheiro em um local fora do alcance dos animais e ficar sempre de olho. Também existem produtos vendidos em pet centers para afastá-los. É só aplicar uma pequena quantidade nos objetos. Os bichos vão desistir da “tentação” depois da primeira lambida, por causa do gosto ruim.
2. PISCA-PISCA
Quem não gosta de ver o pinheiro de Natal todo iluminado quando anoitece? O problema é que as luzinhas oferecem grande perigo para os animais de estimação, que podem morder o fio e se machucar. A indicação é a mesma das bolinhas: mantenha o enfeite longe do animal e fique sempre atento ao comportamento dele.
3. COMIDA
Peru, bacalhau, panetone. Você merece todas as delícias da ceia de Natal e de ano-novo, mas elas podem ser prejudiciais à saúde do seu melhor amigo. Resista bravamente àqueles olhares pidões e não ofereça pedacinhos de comida para os bichos. Peça para os seus convidados fazerem o mesmo.
4. BEBIDA ALCOÓLICA
Nesta época do ano alguns animais chegam aos hospitais veterinários – pasme! – em coma alcoólico. Alguns donos acreditam que, se a bebida não faz mal a eles, também não trará consequências para seu animal de estimação. No entanto, o álcool é absorvido ainda mais rapidamente pelo aparelho digestivo dos pets e metabolizado no fígado. Alguns dos efeitos são náuseas, vômitos, problemas respiratórios e coma.
5. PRESENTE VIVO
Há quem escolha presentear aquele amigo ou parente querido com um animal de estimação. A surpresa pode ser inesquecível, mas é bom pensar duas, três ou até vinte vezes antes de fazer essa opção. O cuidado deve ser redobrado se o “mimo” for destinado a uma criança. Dependendo da idade, o novo dono não terá responsabilidade suficiente para cuidar do bichinho e, nesse caso, a tutela fica por conta dos pais.
6. FITAS, SACOLAS E PLÁSTICOS
As pessoas costumam colocar os presentes no chão, em torno da árvore de Natal. Por ficarem no piso, local de fácil acesso, as embalagens plásticas e fitinhas atraem cães e gatos, que podem morder e engolir os materiais. O perigo é parecido com o das bolinhas penduradas na árvore. Então, se o seu animal for do tipo curioso ou bagunceiro, guarde os presentes em um lugar que ele não alcance.
7. FOGOS DE ARTIFÍCIO
Os cães têm uma audição muito aguçada, o que pode ser útil para que eles ouçam, de longe, quando o dono chega ou quando algum perigo se aproxima. Mas o que é uma vantagem durante todos os outros dias torna-se um problema no período de festas. A explosão de fogos de artifício assusta os animais. É recomendado por veterinários, que os donos fiquem próximos dos bichos, para tranquilizá-los. Também é bom colocar um pouco de algodão nos ouvidos deles, em alguns casos, podem até prescrever calmantes.
8. CALOR
As festas de fim de ano coincidem com o início do verão e, por isso, é bom tomar cuidado para evitar a desidratação.. Outra dica é evitar passeios em horários muito quentes, se o cachorro ou gato tiver pelagem clara e estiver exposto ao sol, o dono deve passar protetor solar (produtos específicos para animais, encontrados em pet shops) em áreas mais sensíveis, como as orelhas.
9. VIAGEM DE CARRO
Se for aproveitar a virada do ano na praia e o bichinho for junto, certifique-se de que a viagem será confortável, levados dentro de caixas de transporte de tamanho adequado.
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Evite alimentar o animal nas duas horas que antecedem a viagem, para que ele não vomite no caminho, e, se o percurso for longo, pare algumas vezes para o animal fazer xixi. Além disso, prefira viajar nos horários mais frescos – bem cedinho ou durante a noite.
10. HOTEL
Quem vai viajar e não tem como levar o pet, pode optar por deixá-lo em um hotelzinho. Antes de escolher o estabelecimento, faça uma pesquisa para ver qual é mais confiável, se os profissionais são aptos a lidar com eventuais problemas de saúde, como são as instalações… É importante deixar todos os seus contatos para que você seja encontrado facilmente no caso de uma emergência.